TÍTULO: Os 3 X-Men originais que ficaram de fora do reboot do MCU e o impacto disso
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TAGS: X-Men, MCU, Marvel, Reboot, Cinema
META: Conheça os três X-Men originais que não foram incluídos no reboot do MCU e entenda a relevância deles para as futuras histórias dos mutantes.
O Universo Cinematográfico Marvel (MCU) prepara um reboot da franquia X-Men previsto para 5 de maio de 2028. O estúdio traçou um plano de 10 anos com novas histórias que exploram arcos pouco conhecidos dos quadrinhos e uma geração inédita de atores para os papéis icônicos dos mutantes.
No entanto, o time principal anunciado no D23, evento da Disney em agosto de 2026, revelou a ausência de três membros originais dos X-Men. A falta desses personagens levanta dúvidas sobre como isso poderá afetar a fidelidade das narrativas e a reação dos fãs.
Angel (Warren Worthington III): um mutante secundário apesar de fundador
Angel foi introduzido nos quadrinhos em 1963 como um dos membros originais da equipe. No cinema, ele apareceu em apenas dois filmes, interpretado por Ben Foster em “X-Men: O Confronto Final” e por Ben Hardy em “X-Men: Apocalipse”. Em ambos os longas, o personagem teve pouco destaque.
Seu arco mais marcante nos quadrinhos é a transformação em Arcanjo, uma versão sombria associada aos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, mas esse evento aparentemente não será abordado no novo reboot. O angelical mutante enfrentou o vilão Mister Sinister em histórias clássicas, porém, no MCU, esse papel será encarnado por Adam Driver, sem a presença de Angel.
Mesmo que Angel merecesse mais espaço após passagens limitadas na tela, sua popularidade e impacto não se comparam a outros membros originais que também ficaram de fora.
Iceman (Bobby Drake): um pilar da equipe com uma história marcante recente
Bobby Drake, o Iceman, é uma das figuras centrais dos X-Men desde o começo. Interpretado por Shawn Ashmore em quatro filmes, seu papel cresceu com o tempo, incluindo um relacionamento romântico com a mutante Rogue. O destaque dele em “O Confronto Final” foi decisivo para derrotar o vilão Pyro.
Além do papel tradicional, sua revelação como personagem gay em 2015, nas HQs “All New X-Men” #40, foi um marco importante para o universo dos quadrinhos, tornando Iceman uma das principais figuras LGBTQ+ do gênero. Sua ausência no novo reboot surpreende e frustra, já que ele representa tanto a força mutante quanto um avanço na representatividade cultural.
Beast (Hank McCoy): o cérebro indispensável da equipe
Não há X-Men sem Beast. Hank McCoy, outro fundador dos mutantes, é conhecido por sua inteligência, habilidades médicas e diplomacia, além do humor característico. O personagem apareceu em seis filmes, interpretado por Kelsey Grammer e Nicholas Hoult, ambos bem recebidos pelo público e pela crítica.
Beast é uma figura que equilibra o poder puro dos mutantes com o lado humano e inteligente da equipe. Sua importância estratégica e moral é fundamental para o grupo. O ator Kelsey Grammer até fez um cameo em “The Marvels” (2023), indicando futuras participações no MCU.
O diretor Jake Schreier tentou contratar Henry Melton para o reboot, sugerindo que Beast teria um papel significativo no roteiro original, mas o convite foi recusado. Isso aumenta a expectativa para um possível recast ou revisão do personagem antes do início das filmagens.
A importância dos personagens ausentes para o reboot dos X-Men no MCU
A ausência desses três mutantes originais — Angel, Iceman e Beast — levanta questões sobre como o MCU vai reconstruir o legado dos X-Men. Cada um teve papéis distintos, que vão desde o pioneirismo e desenvolvimento emocional até a ciência e representatividade.
Enquanto Angel parece o menos impactante para a construção da nova fase, a falta de Iceman ignora uma das narrativas mais recentes e relevantes sobre diversidade. Já a ausência de Beast pode comprometer a profundidade científica e emocional do grupo, o que pode fazer muita falta no universo em expansão do MCU.
Vale a pena esperar para ver o novo X-Men sem esses originais?
Com personagens importantes de fora, o reboot precisará compensar a ausência deles para conquistar tanto novos fãs quanto os antigos. O desafio estará em manter a essência dos X-Men, criando uma equipe nova que respeite a história, mas que também traga elementos frescos e relevantes para o público contemporâneo.
O lançamento está marcado para 2028, e até lá muita coisa pode mudar, inclusive o elenco. Quem acompanha o universo Marvel sabe que surpresas fazem parte do pacote, portanto vale acompanhar as novidades para entender o impacto real desses ausentes.
O EventiOZ seguirá de perto essa trajetória dos X-Men no MCU, trazendo as notícias mais quentes para quem ama cinema e cultura pop.

