TÍTULO: Carter Sherman relembra com carinho o medo causado por Ocarina of Time
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TAGS: Carter Sherman, Ocarina of Time, The Guardian, videogame, entrevista
META: Carter Sherman, repórter do The Guardian, fala sobre seu medo infantil com Ocarina of Time e revela curiosidades da sua carreira e hábitos pessoais.
Carter Sherman, jornalista do The Guardian conhecida por seu trabalho sobre sexualidade e política, abriu um pouco do seu universo pessoal em entrevista recente. Ela compartilhou memórias marcantes da infância e revelou o impacto que o clássico jogo The Legend of Zelda: Ocarina of Time teve em sua vida.
A repórter também contou detalhes da sua rotina profissional e gostos fora das pautas jornalísticas, trazendo um panorama completo de quem está por trás das reportagens que percorrem temas complexos sobre gênero, sexualidade e juventude.
Carter Sherman: trajetória e temas abordados
Com amplo histórico cobrindo assuntos como sexo, gênero e a política envolvida nessas temáticas, Carter passou por veículos como Vice, Elle e Los Angeles Magazine. Atualmente, integra o time do The Guardian e coapresenta o podcast Stateside with Kai and Carter.
Seu trabalho já foi reconhecido com prêmios como o Scripps Howard Award, o National Press Club Journalism Award e quatro indicações ao Emmy. Além disso, ela é autora do livro The Second Coming: Sex and the Next Generations Fight Over Its Future, que investiga o impacto da internet e da polarização política nas relações e na sexualidade contemporânea.
Memórias afetivas com videogames
Ao ser questionada sobre qual jogo guardava com mais carinho, Carter lembrou de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Ela admitiu que, ainda criança, sentia medo da trilha sonora que acompanhava a dungeon do Deku Tree, uma fase específica do jogo.
Esse episódio ficou marcado, mostrando como videogames têm forte impacto emocional e cultural na formação de muitas pessoas. A relação amorosa e até assustadora que Carter tem com esse clássico reforça o papel dos jogos na vida afetiva além da diversão e entretenimento.
Rotina, inspirações e hábitos pessoais
Entre seus hábitos diários, Carter destaca o uso constante da cafeteira French press, seu item indispensável para enfrentar as demandas jornalísticas. Natural de Seattle, ela brinca que seu apreço pelo café de qualidade é herança da região.
Além disso, ela mantém uma lista de frases e citações inspiradoras em seu celular para superar bloqueios criativos. Essa prática ajuda a lembrar que o processo de escrita é uma tentativa constante de encontrar o que se quer comunicar exatamente.
Preferências e momentos de lazer
Quando o assunto é lazer, Carter é fã da série Rick and Morty, que assistiu rapidamente suas oito primeiras temporadas. Para ela, gastar dinheiro com ingressos de shows vale muito a pena, demonstrando uma valorização de experiências culturais ao vivo.
Para ilustrar o seu sentimento sobre sua trajetória, Carter escolheria como lema para seu filme biográfico a frase “At least she tried” (pelo menos ela tentou), um recado de persistência e esforço.
Vale a pena conhecer mais sobre Carter Sherman?
O relato da jornalista evidencia uma profissional dedicada, com sensibilidade para abordar temas profundamente humanos. Seu lado pessoal, revelado na entrevista, mostra uma pessoa que se conecta com a cultura pop de maneira autêntica, equilibrando vida e trabalho.
Para quem se interessa por jornalistas que misturam vivências, política e cultura, Carter Sherman é uma referência atual que vale acompanhar. Seu trabalho no The Guardian e iniciativas paralelas contribuem para discussões importantes sobre o presente e o futuro das relações e da sociedade.
Enquanto isso, para quem gosta de tecnologia e entretenimento, entender o impacto de jogos como Ocarina of Time ajuda a compreender melhor a influência da cultura geek em diversas áreas, incluindo o jornalismo contemporâneo.

